sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Bundas

Ela leu por aí que bunda é a preferência nacional quando tinha doze anos e resolveu transferir a função de ter aparência de bunda ao rosto, pois julgou que este, por ser belo (na concepção dela, seguindo padrões traçados por renomados editores de revista), ficaria melhor como bunda.

Esqueceu-se ela que, ao realizar tal fato, tranferiu o ânus pra boca. Nunca notou a diarréia verbal que acompanhou suas conversas pela vida toda. Morreu feia, enrugada e com cara de bunda.

Atualmente ninguém se lembra dela. E as bundas continuam um sucesso.

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