"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tomaram a forma do corpo..." (Fernando Teixeira de Andrade)
Oh, mas justamente as roupas usadas? Estas que sempre são as mais confortáveis, as mais agradáveis de se vestir.
Ou será que estas são as que nos habituamos tanto a vestir que nem mais refletimos antes da escolha? Será que não ficaria melhor se tentássemos outra combinação? Permutações de roupas velhas e novas. Ou ainda uma renovação total de guardarroupa, seria muito radical?
Atulamente minhas roupas velhas não me tem servido nem pra pijama. Ao invés disso me tiram o sono com a idéia de ter que vestí-las pra sempre.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Do feriado
Sol, areia e mar.
Foram tantas brisas e ventos agradáveis que sopraram que eu nem consigo mais achar aquele pensamento que me incomodava. Tá ali, perdido entre os outros.
Um dia eu arrumo essa bagunça. Ou nem.
Foram tantas brisas e ventos agradáveis que sopraram que eu nem consigo mais achar aquele pensamento que me incomodava. Tá ali, perdido entre os outros.
Um dia eu arrumo essa bagunça. Ou nem.
Sobre rascunhos salvos
Texto perdido em uma das publicações não-publicadas:
És tão sublime que me precipito quando te vejo, e penso que que quando chegas, vai partir, e me partir.
Engraçada essa atração não-carnal, sem apelos, sem desejos. Essa fixação que já me fez sofrer, já me fez sorrir, e que hoje eu não sei o que me faz. O mais engraçado é que ela não passa.
E esse jeito como não tocamos nesse assunto, esse jeito como levamos?
Nos damos bem por que somos pessoas "sem compromisso", me diz, embora eu nunca tenha concordado com isso.
Ontem um amigo em comum me disse: "Não importa o que acontecer, tudo sempre volta pra'quela lavanderia".
E hoje eu finalmente entendi o que, naquele tempo, você queria me dizer.
És tão sublime que me precipito quando te vejo, e penso que que quando chegas, vai partir, e me partir.
Engraçada essa atração não-carnal, sem apelos, sem desejos. Essa fixação que já me fez sofrer, já me fez sorrir, e que hoje eu não sei o que me faz. O mais engraçado é que ela não passa.
E esse jeito como não tocamos nesse assunto, esse jeito como levamos?
Nos damos bem por que somos pessoas "sem compromisso", me diz, embora eu nunca tenha concordado com isso.
Ontem um amigo em comum me disse: "Não importa o que acontecer, tudo sempre volta pra'quela lavanderia".
E hoje eu finalmente entendi o que, naquele tempo, você queria me dizer.
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